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MASSACRE

Temporada de caça às baleias nas Ilhas Faroé começa com 125 mortes apenas no primeiro dia

Prática permanece autorizada pela Dinamarca apesar da crueldade e do número escandaloso de mortes divulgado todos os anos.

5 de maio de 2026
Redação ANDA
1 min. de leitura
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Foto: Palli Justesen | @paulwatsonfoundation.uk

O primeiro Grindadráp de 2026, uma caça coletiva de baleias, foi realizado ontem (04/05), em Sandavágur, nas Ilhas Faroé, resultando na morte de 125 baleias-piloto já no primeiro dia.

Durante o Grindadráp, conhecido como “Grind”, grupos inteiros de baleias são cercados por embarcações motorizadas, conduzidos à força até águas rasas e mortos com lâminas introduzidas na região cervical. Assim, famílias inteiras de baleias, incluindo filhotes, são mortas em poucas horas, tingindo o mar de vermelho em cenas que se repetem anualmente.

As baleias-piloto são extremamente sociais e vivem em grupos familiares complexos. Durante a caça, permanecem juntas até o fim, o que infelizmente facilita a captura em massa e amplia o impacto da matança sobre populações inteiras.

Mesmo sob crescente pressão internacional, o Grindadráp segue legalizado sob responsabilidade da Dinamarca. A União Europeia e a comunidade global precisam assumir maior responsabilidade diante da continuidade dos massacres.

O trabalho vai além da denúncia, envolve articulação com organizações ambientais, campanhas de conscientização e presença física nas ilhas para tentar dissuadir novos ataques.

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