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MALDADE

Vizinhos são presos por matar porca de terapia de garoto com autismo e TDAH para comer

'Eu sinto muito a falta dela', disse o garoto que cuidava do animal

9 de maio de 2026
Joziane Barbosa
2 min. de leitura
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Foto: Reprodução / Facebook

Três moradores de Hoschton (Geórgia, EUA) estão sendo acusados de ter matado a tiros a porca de estimação de Garrett Cox, um jovem com autismo e TDAH, de 12 anos, depois que o animal fugiu da propriedade da família. Ela foi encontrada morta ao lado de uma panela com água quente, onde seria cozinhada.

Garrett e a porca, Bootsy, de 180 quilos, eram uma dupla inseparável; era ele quem alimentava, dava banho e cuidava do animal.

“Eu sinto muito a falta dela”, disse o garoto à emissora Fox 5 Atlanta.

Segundo Matt e Kerrie, os pais de Garrett, a busca por Bootsy começou assim que ela fugiu, e não demorou muito até que eles ouvissem o som de tiros. Depois de localizar de onde tinham vindo os disparos, o casal chegou a uma casa e encontrou um homem chamado Mai Kia Vang-Moua, de 54 anos, e duas mulheres, identificadas como Maysy Moua, de 59 anos, e Kee Moua, de 33 anos. Os três estavam usando aventais e luvas, ao lado do animal morto e de uma panela com água quente.

“Tinha uma corda com sangue ao lado do corpo dela”, contou Matt, convencido de que o animal foi amarrado e estava pronto para ser cozinhado.

A mãe de Garrett contou que perguntou o que os três estavam fazendo, mas foi respondida apenas com risadas.

Para a polícia, o trio se defendeu alegando pensar se tratar de um animal selvagem. Entretanto a família de Garrott afirma que a porca tinha uma etiqueta visível na orelha, que a identificava como um animal de fazenda.

“Eles sabiam o que estavam fazendo”, rebateu Kerrie.

Bootsy foi enterrada no celeiro da família.

Os três vizinhos foram presos e acusados de crueldade contra animal.

Fonte: Extra

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