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Nesta Páscoa, lembre-se dos coelhos presos em laboratórios e mortos por sua pele

24 de abril de 2011
2 min. de leitura
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Por Lobo Pasolini (da Redação em Londres)

Com a chegada da Páscoa, um animal toma conta do imaginário popular: o coelho.

Esse leporídeo altamente mitificado como uma criatura semi-mágica e símbolo da fertilidade é também explorado aos milhões como cobaias em testes cruéis e por seu pelo, que é usado em calçados e roupas, como é o caso da Arezzo, que se recusa a retirar pele de coelho de suas coleções.

Por essas e outras razões a atriz inglesa Joanna Lumley, famosa como a Patsy do seriado Absolutely Fabulous, lançou uma campanha chamada ‘salve os coelhinhos’ para coincidir com a Páscoa. A campanha visa conscientizar o consumidor a não comprar produtos que tenham sido testados em animais.

Na Europa, esses produtos carregam um logo cujo desenho consiste de um coelho em salto, o famoso ‘leaping bunny’. Trata-se de uma garantia que o produto é livre de crueldade em toda a sua cadeia de fornecedores.

Joanna se juntou a ex-integrante da banda Pussycat Dolls, Kimberly Wyatt, que lançou uma linha de cosméticos sem crueldade chamada BM Beauty, para lançar o apelo nessa época de consumo acentuado.

“Por favor, seja gentil com os coelhos nesta Páscoa – não compre produtos testados em animais quando escolher presentes para quem você ama. Procure o logo do coelho em salto”, ela disse.

E já que o assunto é Páscoa, é bom lembrar que nessa época do ano muitos pais compram coelhos para seus filhos, um gesto irresponsável com consequências infelizes para o coelho e também para a criança. Quem quiser que seu filho conviva com um animal deve resgatar um indivíduo de uma situação de perigo, como um cão, gato ou até mesmo um coelho que tenham sido abandonados. Nunca compre, porque amor não tem preço. Esse é o verdadeiro sentido da Páscoa.

Com informações do Contact Music

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