EnglishEspañolPortuguês

CRUELDADE

Cadela comunitária “Pretinha” é morta a tiros no ES; suspeito é preso

Suspeito de 28 anos foi preso em flagrante por maus-tratos e porte ilegal de arma. Caso segue sendo investigado pela PCES.

21 de abril de 2026
Álvaro Luiz
2 min. de leitura
A-
A+
Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma cadela comunitária, conhecida como Pretinha, foi morta a tiros na tarde de domingo (19/04), no distrito de Lajinha, em Pancas (ES).

O animal era cuidado por moradores da região. Recentemente, Pretinha havia sido castrada por meio de um programa municipal e chegou a ser adotada. Apesar disso, continuava circulando pelo bairro, onde recebia alimentação e cuidados.

Segundo testemunhas, a cadela foi atingida após se aproximar da casa de um vizinho. A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) foi acionada e iniciou buscas na região.

O suspeito, um homem de 28 anos que não teve a identidade divulgada, foi localizado dentro de casa e negou o disparo. No entanto, uma moradora informou aos policiais que presenciou o momento do disparo e ouviu o barulho.

Questionado sobre a arma, o homem disse que havia levado um rifle para a casa do sogro pouco antes da chegada dos policiais. No endereço indicado, os militares encontraram o armamento, além de carregadores e munições.

“A guarnição deslocou-se até o endereço informado e, no interior da residência, localizou o rifle, juntamente com dois carregadores e cinco munições calibre 22 intactas. As armas foram apreendidas e o homem foi conduzido para a 15ª Regional”, explicou a PMES.

Ele foi preso em flagrante, e a arma foi apreendida.

Polícia investiga morte do animal

Em nota, a Polícia Civil (PCES) informou que o suspeito foi autuado por maus-tratos contra animal e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Após os procedimentos, ele foi encaminhado ao sistema prisional.

A presidente da CPI dos Maus-Tratos contra Animais na Assembleia Legislativa do Espirito Santo, deputada estadual Janete de Sá (PSB), utilizou às redes sociais para denunciar o crime e classificou o ato como “covardia inaceitável”.

A parlamentar reforçou ainda que vai acompanhar o caso e pediu que a perícia científica identifique o projétil e arma utilizada no crime.

O caso ocorreu durante o Abril Laranja, mês de conscientização sobre a prevenção e o combate aos maus-tratos contra animais, prática considerada crime por lei.

Fonte: Metrópoles

    Você viu?

    Ir para o topo