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COP26: Colômbia objetiva ser país líder em plano de adaptação às mudanças climáticas

           
Foto: Divulgação

Segundo a agência EFE, noticiado na UOL, a Colômbia irá apresentar na 26ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP26) sua proposta de adaptação as mudanças climáticas até 2050, baseada em uma economia com neutralidade de carbono. O evento será realizado de 31 de outubro a 12 de novembro em Glasgow, Inglaterra.

“O nosso objetivo é um país neutro em carbono com capacidade de adaptação. A estratégia de neutralidade de carbono (até 2050) tem nove grandes compromissos”, comunicou Carlos Eduardo Correa, ministro do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, em entrevista coletiva na quinta-feira (7).

Os compromissos, de acordo com o ministro, estão relacionados com a aplicação em maior grau dos conhecimentos climáticos; gestão integrada da biodiversidade; produção e consumo sustentáveis; transição justa da mão de obra; desenvolvimento rural, marinho e costeiro; e cidades e regiões resistentes e inteligentes.

Também em relação ao eixo proposto “desenvolvimento resistente ao clima”, está ligado a uma matriz energética diversificada; mobilidade e infraestruturas sustentáveis; e elevação da capacidade de adaptação da população e do sistema de saúde.

O governo quer se estabelecer um dos líderes no enfrentamento as mudanças climáticas, e quanto a isso quer se manter no papel de destaque regional e espera por resultados concretos da cúpula de Glasgow.

“Uma das questões que serão discutidas é que os países devem se comprometer não só com a ambição, mas também com o financiamento, não só econômico, mas também técnico”, fala Correa, também discursando quanto a necessidade dos países desenvolvidos de se mobilizarem um total de US$ 100 bilhões por ano em financiamento climático.

O ministro acrescenta que terão conversas para tratar do dinamismo e a visão a longo prazo, até 2030 e 2050, sobre a mitigação, e sobre os enfoques de adaptação dos países às mudanças climáticas.

“Como incluir objetivos de adaptação nesta ambição, como vão ser medidos e como vão ser financiados? E o último ponto é a transparência: como vamos poder ter acesso à informação sobre o que está sendo feito?”, perguntou.

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