Sem confirmação oficial de métricas definitivas, o caso segue sendo tratado por observadores como um dos episódios de maior projeção recente dentro do universo dos animais. A ampla circulação do tema mostra como acontecimentos locais podem ganhar escala global por meio do engajamento emocional e da mobilização espontânea nas redes sociais.
O caso do cão Orelha, que mobilizou a opinião pública nas últimas semanas, pode ter atingido um nível de visibilidade incomum entre os casos de maus-tratos a animais. Informações que circulam em ambientes digitais e vêm sendo comentadas por páginas especializadas e observadores do meio apontam que a repercussão ultrapassou fronteiras e segue em expansão contínua nas redes sociais e plataformas online.
Estimativas comentadas no meio digital indicam que o tema pode ter ultrapassado a marca de 200 milhões de pessoas potencialmente alcançadas em todo o mundo. Os números, no entanto, não representam métricas oficiais consolidadas e consideram a propagação indireta do conteúdo ao longo do tempo, incluindo republicações, leituras, comentários, impressões e compartilhamentos espontâneos em diferentes regiões.
Segundo o portal PPPNews, o caso atingiu um patamar raríssimo de visibilidade global, impulsionado não por campanhas patrocinadas ou ações coordenadas, mas pelo engajamento orgânico do público. O conteúdo passou a circular de forma espontânea entre países, idiomas e bolhas digitais, gerando um efeito cascata de interações que ampliou continuamente o alcance da história.
A repercussão mantém ritmo constante, com novas análises, debates e conteúdos derivados surgindo diariamente. A continuidade das discussões indica que o caso não perdeu fôlego e permanece em evidência em diferentes plataformas.
Dados de monitoramento da Nexus apontam que apenas entre os dias 22 e 29 de janeiro foram registradas mais de 2 milhões de publicações sobre Orelha nas redes X, Instagram e Facebook. A hashtag #JustiçaPorOrelha dominou o debate, ao lado de termos de indignação direcionados aos suspeitos. O pico das discussões ocorreu em 27 de janeiro, data da primeira entrevista coletiva da polícia, quando as postagens geraram cerca de 83 milhões de impressões.