A exumação do corpo do cão Orelha, realizada na última quarta-feira (11) pela Polícia Científica, elevou o patamar da investigação que já se consolidou como a maior mobilização pública em defesa dos animais na história do país.
O procedimento técnico busca fundamentar um novo laudo sobre a causa da mort3, com previsão de entrega em dez dias, servindo como peça-chave para esclarecer as circunstâncias do cr1me.
Diante de lacunas no inquérito inicial, o Ministério Público de Santa Catarina determinou outras 34 diligências para aprofundar o caso, questionando, inclusive, os critérios que levaram à identificação de apenas um adolescente como autor dos m4us-tratos, apesar de as imagens analisadas registrarem a presença de outras pessoas no local.
O cerco investigativo agora se expande para apurar possíveis omissões, contradições em depoimentos e a identidade de um suposto policial mencionado em áudios anexados pela defesa.
Essa sucessão de medidas reitera a necessidade de transparência absoluta no processo que transcendeu fronteiras, mobilizando milhões de pessoas no Brasil e no exterior em uma reação social sem precedentes contra a cru3ldad3 animal.
O impacto do caso Orelha contrasta com o silêncio do Palácio do Planalto e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Enquanto a sociedade civil cobra respostas definitivas e punições rigorosas, a ausência de posicionamento das instâncias máximas do Executivo e do Judiciário alimenta ainda mais a indignação de todos.
A ANDA defende a federalização do caso.