O Domingo Espetacular teve acesso a um objeto que pode ter sido usado para agredir e matar o cão Orelha. Uma professora mantém em casa uma haste de guarda-sol que ela acredita ser a do ataque.
A professora procurou um grupo de ativistas liderados por uma advogada que tem investigado as causas da morte do cachorro e também a própria investigação policial. Ela questiona o laudo da exumação.
No primeiro laudo pericial, o relatório de atendimento clínico veterinário diz que o cachorro apresentava lesão grave na região da cabeça e possíveis fraturas na mandíbula e maxilar. Orelha foi exumado por determinação do Ministério Público de Santa Catarina.
O laudo diz que não foram constatadas fratura ou lesão que pudessem ter sido causadas por ação humana, nem mesmo no crânio. Os peritos afirmam que a ausência de fraturas no esqueleto do animal não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo. A literatura especializada afirma que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais a morte.
Fonte: R7