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TRIBUTO

Cão Orelha ganha homenagem e vira nome de parque no interior de SP

O Espaço Cão Orelha foi inaugurado nesta semana em Itu. Cachorro comunitário foi vítima de maus-tratos, em janeiro, em Santa Catarina

5 de abril de 2026
Alessandra Ferreira
2 min. de leitura
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Foto: Prefeitura de Itu/Divulgação

O cão Orelha virou nome de um parque voltado para animais domésticos em Itu, no interior de São Paulo, reinaugurado pela prefeitura do município. A homenagem foi feita ao cachorro comunitário que se tornou um símbolo da luta contra maus-tratos a animais após a morte ganhar repercussão nacional.

O caso ocorreu no bairro Praia Brava, em Florianópolis (SC), em janeiro deste ano. O cachorro foi encontrado por moradores da região em uma área de mata e levado ao veterinário, mas, por causa da gravidade dos ferimentos, ele precisou ser submetido à eutanásia.

O Espaço Cão Orelha foi inaugurado nesta semana, no Centro de Educação Ambiental Miguel Lorente Villa (CEA Villa). Ficará aberto todos os dias, das 8h às 17h.

A área foi projetada para ser uma área em que os animais domésticos tenham momentos de diversão, atividades para gastar energia e para a promoção da saúde física e mental.

A reforma incluiu a instalação de bebedouro e banheiro para os animais, troca de equipamentos, pintura, colocação de banco e grama, revitalização do portão e cuidado com a vegetação para garantir a segurança dos animais e tutores.

O CEA Villa está localizado na esquina das ruas Amabili Trettel Salvador e Anthígio Cavechini, no bairro Presidente Médici, em Itu.

Relembre o caso do Cão Orelha

  • Na madrugada entre 3 e 4 de janeiro, o cão Orelha foi vítima de maus-tratos no bairro Praia Brava, em Florianópolis (SC).
  • Muito ferido, o cachorro comunitário foi encontrado por moradores da região em uma área de mata e levado ao veterinário. Por causa da gravidade dos ferimentos, ele precisou ser submetido à eutanásia.
  • O caso ganhou grande repercussão nacional com pedidos por justiça.
  • Quatro adolescentes são suspeitos pelo espancamento e pela morte do cão. Os nomes não são divulgados por respeito ao determinado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
  • Eles podem responder por ato infracional com medidas como advertência, reparação de danos ou internação (até 3 anos), dependendo da gravidade e análise judicial.

Fonte: Metrópoles

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