Após décadas vivendo no posto de gasolina, Pingo foi levado para um abrigo particular graças à iniciativa da moradora Áurea Romano, que buscou oferecer um ambiente mais seguro e confortável para o animal na fase final da vida. Atualmente, ele recebe cuidados contínuos e segue sendo acompanhado por pessoas que acompanharam sua trajetória ao longo dos anos.
Um cachorro de 22 anos pode entrar para a história como um dos mais velhos do país e tem chamado a atenção de moradores de Vinhedo, no interior de São Paulo. Conhecido como Pingo, ele viveu grande parte da vida como cão comunitário em um posto de gasolina e hoje passa a velhice em um abrigo particular.
Pingo se tornou uma figura querida na cidade após anos convivendo com funcionários e frequentadores do estabelecimento, que contribuíam com alimentação, água e abrigo. Por ter acompanhado a rotina do local por tanto tempo, ele acabou sendo reconhecido como mascote do posto e marcou a memória de diversas pessoas da região.
A longevidade do cão surpreende, já que animais de porte médio costumam viver entre 13 e 15 anos. De acordo com novas formas de cálculo da idade dos cães, Pingo poderia ter o equivalente a aproximadamente 110 a 135 anos humanos. Caso sua idade seja oficialmente reconhecida e confirmada, ele pode entrar para a lista dos cachorros mais velhos do Brasil.
Entre os recordistas nacionais, o título já foi atribuído a Tico, de Florianópolis (SC), que viveu até os 25 anos. Antes dele, o cão Fred, também catarinense, ganhou destaque nas redes sociais ao alcançar 24 anos em 2018. No cenário mundial, o recorde permanece com Bobi, da raça Rafeiro do Alentejo, que morreu em Portugal em outubro de 2023 após completar 31 anos e quase três meses.