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LEALDADE

Cachorrinho voltava todos os dias ao túmulo da antiga família até ser resgatado

Cachorro comoveu visitantes ao voltar diariamente ao mesmo túmulo em um cemitério e, após resgate, ainda lembra de sua antiga família.

20 de janeiro de 2026
Rafaela Ferreira
2 min. de leitura
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Foto: Reprodução/Mason County Animal Shelter/The Dodo

No início de janeiro, um cachorro de orelhas caídas passou a chamar a atenção de quem frequentava um cemitério. Todos os dias, ele caminhava até uma lápide simples com o nome “Kenneth G. Bramel, 1945–2025”, sentava-se ali e permanecia por alguns minutos, em silêncio.

Sempre que alguém tentava se aproximar, o animal se afastava rapidamente, correndo em direção à área verde do local. A cena se repetiu por dois dias seguidos e despertou a curiosidade e a preocupação de visitantes.

Tentativas de aproximação e resgate

A situação foi comunicada a Rick Buttery, diretor do Abrigo de Animais do Condado de Mason e oficial de controle animal. Ele foi até o cemitério e tentou se aproximar com cautela.

“Eu imediatamente desci e tentei pegá-lo”, contou. “Ele era muito arisco, então eu me sentava no chão e oferecia petiscos.”

O cachorro usava coleira, mas não tinha identificação. Para não assustá-lo, Rick deixou ração próxima à lápide e se afastou. Nos dias seguintes, ele e um assistente se revezaram no local, tentando conquistar a confiança do animal.

“Ele até se aproximava para pegar o petisco, mas qualquer movimento mais brusco fazia com que ele recuasse e latisse”, relatou.

O mistério do túmulo

Uma foto do cachorro ao lado da lápide foi publicada nas redes sociais e rapidamente gerou comoção. Muitas pessoas acreditaram que ele estivesse visitando o túmulo de seu antigo tutor.

Após várias tentativas frustradas, o resgate só foi possível quando um homem que passeava com seu próprio cachorro conseguiu ajudar a capturar o animal. No abrigo, foi confirmado que ele não possuía microchip.

Para Rick, a história tem um significado especial.

“É como uma lenda urbana”, disse. “E interessante como essa história tocou tantas pessoas.”

Fonte: Tribuna de Jundiaí

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