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Os animais continuam sendo cruelmente usados em experimentações

23 de abril de 2010
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Investigadores e opositores ao uso de animais em experiências alertaram na véspera do Dia Mundial do Animal de Laboratório para a incipiente fiscalização aos locais de criação de animais para fins experimentais e às práticas dos cientistas em Portugal.

A falta de fiscalização leva a que, por vezes, experiências em que existem alternativas ao uso de animais continuem a ser feitas com recurso animal, sobretudo em experiências básicas que não se destinam a comprovar hipóteses colocadas pelos cientistas, defendeu Constança Carvalho, da Plataforma de Oposição ao futuro Biotério de Azambuja, um projeto da Fundação Champalimaud.

O Dia Mundial do Animal de Laboratório assinala-se no sábado (24) para recordar os milhões de animais que todos os anos são utilizados e mortos em experiências científicas. Em Lisboa, o dia será marcado com uma marcha contra a construção do biotério da Azambuja, um projeto das Fundações Gulbenkian e Champalimaud e da Universidade de Lisboa que prevê a instalação de dezenas de milhares de jaulas para animais destinados à investigação científica.

Com informações de Destak

Nota da Redação: É absurdo, é revoltante, é amoral, é inaceitável que a ciência continue usando cruelmente animais em pesquisas. A tecnologia e o conhecimento deram passos gigantescos nas últimas décadas, falta apenas que a ética seja considerada fundamento principal da ciência moderna.

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