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Animais idosos merecem um lar

17 de março de 2014
3 min. de leitura
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Grandes companheiros como qualquer outro, mas nem sempre com o final de vida que merecem. Os cães idosos podem ser grandes parceiros assim como os filhotes e adultos. Mais calmos e com menos tendência a destruir e roer os móveis da casa, os velhinhos também sabem agradecer todo o amor que recebem. Segundo o médico veterinário Flávio Fernandes, de Novo Hamburgo, o cão passa a ser idoso quanto atinge cerca de 7 a 8 anos de idade.

“Devemos prestar atenção na alimentação, levar ao veterinário pelo menos uma vez ao ano, fazer exames de sangue, bioquímicos sanguíneos e controle cardiovascular”, aconselha ele. Flávio também lembra que quando se adota um cão deve-se ter em mente que ele vive 12 anos ou mais. “Isso requer uma responsabilidade muito grande. A convivência com um animal idoso em casa é extremamente gratificante, pois eles precisam de nós e com isso o carinho dispensado é imenso”, garante ele.

Os cuidados com alimentação também são importante que deve respeitar a faixa etária do animal. “Os passeios devem ser moderados, com pequenas distâncias e ritmo do cão. Alguns sintomas que seu cão está ficando idoso são a perda da audição, perda gradativa da visão, andar pela casa sem rumo e sem parar, sono excessivo diurno e noturno, dificuldade de locomoção e perda da musculatura de membros inferiores (emagrecimento)”, exemplifica Flávio.

Aposentadoria feliz

Esperança

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Esperança já sofreu muito na vida e foi recolhida doente da rua. “Senti amor por ela e raiva por a terem abandonado. Não tive dúvidas em nenhum momento , que iria lutar para que ela tenha saúde e uma aposentadoria digna” afirma sua tutora, Victória Glumcher. Hoje a peluda segue com cuidados especiais, mas dando e recebendo amor e carinho. “O mais importante para mim é curar as feridas do coração”, diz Victória.

Mel

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Mel foi adotada com 10 anos, já lhe faltam muitos dentes, mas sobra amor. “Acho maravilhoso adotar cães já idosos, não só pelo fato de não fazer arte, ou roer móveis, ou porque são menos ativos que cães filhotes, mas pelo tamanho do amor que eles nos dão. São companheiros e tranquilos”, relata sua tutora, Greice Fontoura Dias.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

Penta

A Penta é uma cadelinha que chega em 2014 aos seus 16 anos de idade. A pinscher que na foto aparece com sua tutora, a enfermeira Elisabeth Cristina Diehl, é o xodó da família. Penta não foi adotada idosa, mas recebe hoje todos os cuidados que um cão velhinho merece. Como é diabética ela come ração especial, conta com adaptações na casa e muito carinho de todos que a rodeiam.

 

 

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

O Vovô da família Seibel

O Vovô, como é chamado, escolheu a família da Simoni Seibel (foto) para morar. E ele parece ter escolhido muito bem porque recebe todo carinho e cuidado que um cão da sua idade necessita. O Vovô deve ter em torno de 12 anos. “Amor não tem raça nem idade”, resume a sua tutora, Simoni.

 

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

 

O Fio Véio

Juliana Decker (foto) adotou o Fio Véio depois que seu tutor faleceu. O grandão tem cerca de 14 anos e foi para a casa de Juliana até conseguir um lar, mas nunca mais saiu. Ele é muito amável, segundo ela. “Apesar da idade, gosta muito de correr e brincar, mas o passatempo favorito dele é dormir”, conta Juliana

 

 

Fonte: Jornal NH

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