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Ex-goleiro internado com Covid-19 reencontra cachorro ao sair de hospital

O cachorro da família deu uma prova de amor e lealdade e mostrou o quanto sentia falta do tutor            
Foto: Reprodução/Instagram

O ex-goleiro argentino Ubaldo Matildo Fillol viveu um momento emocionante ao ter alta do hospital onde estava internado. Jogador do Flamengo na década de 1980, ele ficou mais de uma semana hospitalizado por conta da Covid-19, mas pôde voltar para casa e foi recebido com muito amor pelo cachorro da família.

Fillol, conhecido popularmente como “El Pato”, voltou para casa ao lado de sua esposa Olga, que logo que chegou buscou o cachorro para rever o tutor. O ex-goleiro ficou emocionando ao ver a felicidade do cão.

Aos 71 anos, Fillol venceu a Covid-19 e se mostrou grato aos funcionários do hospital que cuidaram dele durante a intenção. Nas redes sociais, ele falou sobre a evolução clínica que teve enquanto esteve hospitalizado.

No retorno ao lar, o cachorro da família deu uma prova de amor e lealdade e mostrou o quanto sentia falta do tutor, de quem ficou longe durante 13 dias. Assim que viu Fillol, o cão começou a abanar o rabo e em seguida encheu o ex-goleiro de lambidas afetuosas.

Confira o vídeo do reencontro:

Não compre, adote

A exploração de animais para venda é uma prática cruel que objetifica cães e gatos, reduzindo-os à condição de mercadorias. Por serem tratados como objetos, esses animais são alvos frequentes de maus-tratos, situação que só poderá ser coibida com o fim do comércio.

Engajados na luta em prol dos animais, ativistas incentivam a adoção e pedem que a sociedade se conscientize sobre a necessidade de abolir a venda de cachorros e gatos. Os protetores de animais explicam que, ao comprar um animal, o comprador não só compactua com a objetificação de um ser vivo, como incentiva o comércio como um todo, incluindo o que é feito pelos criadores que negligenciam e maltratam os animais.

Enquanto milhares de animais são comprados Brasil afora, outros milhões padecem nas ruas. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de animais vivem em situação de rua no país. Sem cuidados, eles passam fome e sede, sofrem com o calor, o frio e as chuvas, adoecem e agonizam até a morte por conta de doenças e de atropelamentos. Também são vítimas de agressões e até de estupros. Frágeis e inocentes, o pedido que eles fariam, caso pudessem falar, seria: não compre, adote um animal abandonado.

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