FINAL FELIZ

Criança se emociona ao reencontrar cachorro desaparecido há semanas

Assim que a menina colocou seus olhos sobre o cão, ela desabou em lágrimas. O amor que transparecia através da reação emocionada da garota foi correspondido pelo cachorro, que pulou em seus braços e a encheu de lambidas            
Foto: Arquivo Pessoal

Uma criança norte-americana viveu momentos de extrema felicidade ao reencontrar o cachorro da família. Piper, como é chamado o cão, estava desaparecido há semanas nos Estados Unidos. Seu sumiço foi motivo de muito sofrimento para sua família, que já estava perdendo as esperanças de revê-lo.

Há cerca de um mês, a tutora do cão permitiu que ele e o outro cachorro da família saíssem de casa para fazer suas necessidades fisiológicas. Minutos depois, quando Licata abriu a porta para os cães voltarem para dentro da residência, Piper havia desaparecido.

Preocupada, a tutora iniciou buscas pelo cão, que tem apenas dois anos de idade. Seus esforços, no entanto, foram em vão e Licata não o encontrou em lugar algum. Decidida a trazê-lo de volta para casa, a norte-americana recorreu às redes sociais e fez publicações em grupos, mobilizando internautas a compartilharem as postagens.

A esperança de rever Piper, entretanto, foi reduzindo com o passar dos dias. Sem notícias do cachorro há semanas, Licata temia nunca mais vê-lo e sofria não só pela saudade e preocupação, mas também por ver seus filhos deprimidos. “Estávamos todos doentes. As crianças mais velhas não queriam nada com a decoração da árvore de Natal e foi um Dia de Ação de Graças muito sombrio para elas”, lamentou.

Pouco tempo depois, o inesperado aconteceu e uma mensagem recebida através das redes sociais trouxe Piper de volta ao lar. Através da internet, funcionários do Abrigo de Animais do Condado de Genesee informaram que um cão que correspondia à descrição de Piper tinha sido deixado na sede da entidade e que a pessoa que o levou até o local pediu para se manter anônima.

“Meu marido e eu estávamos saindo para jantar e, honestamente, houve um grito de alegria no carro”, disse Licata. “Ficamos chocados e felizes!”, acrescentou.

Imediatamente, a família foi ao abrigo e confirmou a suspeitas: o cachorro que estava na instituição era, de fato, Piper e a saudade que os tutores sentiam dele era recíproca. Prova disso é que, ao chegar em casa, o cachorro passou a procurar desesperadamente por Carter, uma das filhas do casal que estava fora da cidade na ocasião.

Cientes de que o reencontro do cão com a filha seria especial, os pais de Carter decidiram não dar a notícia por telefone e aguardaram ansiosamente pelo retorno da menina, que se emocionou ao rever seu melhor amigo.

No dia do reencontro, a família foi buscar a menina levando Piper no banco da frente do carro. Assim que Carter colocou seus olhos sobre o cão, desabou em lágrimas. O amor que transparecia através da reação emocionada da garota foi correspondido pelo cachorro, que pulou em seus braços e a encheu de lambidas.

Nota da Redação: a ANDA orienta os leitores a não permitir que cachorros e gatos tenham acesso à rua. É importante que cães passeiem apenas junto dos tutores e que gatos saiam às ruas apenas com a família caso se sintam confortáveis para fazê-lo, visto que se estressam facilmente – ambos devem usar guia adequada para a espécie para evitar fugas e acidentes. Permitir que esses animais saiam à rua, mesmo para saídas rápidas, é perigoso, já que os deixa vulneráveis a sequestros, atropelamentos, agressões, envenenamentos, brigas com outros animais e até mesmo ao risco de contrair doenças, algumas delas fatais. No caso dos cães, muros altos e portões são suficientes para mantê-los seguros em casa. Com os gatos, é necessários ter cuidados extras, seja mantendo portas e janelas fechadas ou colocando telas nas janelas ou nos quintais para impedir que eles saiam. É necessário reforçar que gatos são animais domésticos e que a necessidade de liberdade é instintiva apenas para os animais selvagens – portanto, um gato pode viver uma vida muito feliz sem ter acesso à rua, até mesmo aqueles que demoram a se adaptar a essa nova realidade por já estarem acostumados a sair de casa sozinhos. Para adaptá-los ao lar, basta oferecer distrações – como brinquedos e locais nos quais eles possam subir -, alimentação, cuidados e carinho. Em caso de gatos com mais dificuldade de adaptação, castrá-los (o que também lhes garante qualidade de vida) e mantê-los restritos a um único comodo da casa, com janelas e portas fechadas, por cerca de uma semana antes de liberar o acesso ao resto da casa pode auxiliar na adaptação, que também pode ser facilitada através do uso de florais comercializados em pet shops.

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