Cinco dicas de segurança para evitar sequestro de animais

           

Teresa
cristela@uol.com.br

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Quem convive com cães ou gatos tem grande estima pelo animal, que na maioria das vezes acaba se tornando um membro da família. O sequestro de animais domésticos sempre foi uma triste realidade. Os casos vêm sendo noticiados com maior frequência e acontecendo em todo o país. Os animais podem ser levados por descuido de seus tutores ou até pela má fé de algumas pessoas.

A mídia e os meios de proteção animal têm divulgado e noticiado cada vez mais infelizes incidentes de sequestros, para alertar e evitar que outros animais também sejam levados de seus lares.

O maior alvo da ação criminosa são cães ou gatos de raça, principalmente os de pequeno porte, mas também há relatos de sequestro de cães de médio e grande porte. E o destino desses animais é somente para fins comerciais. Os animais não castrados são explorados em fábricas de filhotes clandestinas, e aqueles que não procriam, acabam em lojas e pet shops onde são vendidos, geralmente muito distante de onde foram sequestrados.

Ainda há relatos de ocorrências de sequestro de animais dentro de seus próprios quintais, na “segurança” de seus lares. Mas o que fazer para não ser vítima dessa covardia? Veja a seguir algumas dicas simples, mas que podem ajudar a garantir a segurança de seu animal.

1. Não deixe o animal andando livremente em praças ou parques sem supervisão; também não permita “voltinhas” na rua;
2. Caso precise entrar em um estabelecimento que não permite animais, como farmácias, mercados e padarias, não deixe seu animal amarrado e sozinho nos locais públicos;
3. Não permita que seu animal fique sozinho dentro do carro. Além de descuido, o ato se classifica como maus-tratos, pois os cães sentem muito mais calor do que os humanos e podem até morrer sufocados no interior do veículo;
4. Evite caminhar com o animal em ruas isoladas e fique sempre atento a sua volta. Já houveram casos de sequestros de animais acontecerem à mão armada na presença dos tutores;
5. Caso os muros e grades de sua residência sejam mais baixos, não deixe que o animal permaneça exposto por muito tempo no local;

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