Causa da morte de milhares de peixes no Rio dos Sinos (RS) ainda não foi identificada

           

Secretário de Meio Ambiente de Novo Hamburgo afirma que não é possível determinar com certeza o que causou a morte de cerca de dois mil peixes no Rio dos Sios (RS).

A Secretaria do Meio Ambiente de Novo Hamburgo – SEMAM apresentou na quarta-feira, dia 24, as ações e resultados obtidos a partir das recentes fiscalizações realizadas em função da mortandade de peixes no Rio dos Sinos.

Durante a reunião foram apresentados mapas e fotos do trabalho desenvolvido em parceria pelas instituições para apurar as causas e os responsáveis pela morte dos peixes. De acordo com o secretário do Meio Ambiente de Novo Hamburgo, Ubiratan Hack, ainda não há resultados conclusivos. “Existem diversos agentes que podem ter causado este acidente e estamos atentos a todos eles. Entretanto, não é possível determinar com certeza o que causou as mortes”, informou.

No dia nove de novembro cerca de dois mil animais foram encontrados mortos. O encontro reuniu representantes da SEMAM, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Leopoldo – SEMMAM e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM.

Ao todo 45 empresas hamburguenses foram fiscalizadas pela SEMAM, sete foram autuadas e quatro interditadas. Além das vistorias, a secretaria prevê ainda a elaboração de um plano de educação ambiental voltado aos empresários locais, que deverá abordar questões como legislação e licenciamento ambiental.

Para o biólogo da SEMAM Carlos Normann, o principal prejuízo ambiental é a morte de muitas fêmeas de espécies migratórias (Grumatã e Birú) que estão em período de reprodução.

Conforme o Chefe da Divisão de Controle de Poluição Industrial da FEPAM, Renato das Chagas e Silva, é fundamental a parceria de todos os órgãos para que se evitem novas mortes de animais. “O município de Novo Hamburgo é nosso parceiro e é importante contarmos com o trabalho destes profissionais que estão próximos dos arroios e rios que passam pela cidade”, disse.

Com informações do Novo Hamburgo.Org

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