Assine petição pelo fim da matança de animais com leishmaniose

           

Instituto Nina Rosa
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Está online a petição dirigida ao Governador do Estado de São Paulo solicitando a sanção/aprovação do Projeto de Lei 510/10, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, que obriga a realização de exame laboratorial de contra-prova em todos os animais com “suspeita” de Leishmaniose Visceral Canina, com a finalidade de impedir a matança indiscriminada de animais e determinando um diagnóstico preciso para proteger humanos.

Algumas cidades endêmicas de Leishmaniose chegam a MATAR 90% dos animais que capturam, como já foi anunciado na ANDA.

O CRMV-SP encaminhou ofícios ao Secretário de Saúde e ao Governador do Estado de São Paulo solicitando que o  referido Projeto de Lei seja vetado. Por que o CRMV-SP quer que os animais continuem sendo mortos?

A ANCLIVEPA BRASIL apoia o PL 510/10 e encaminhou um ofício ao Governador do Estado, manifestando seu posicionamento amparado por estudos científicos nacionais e internacionais, inclusive pela Organização Mundial de Saúde.

Conheça o Blog e tenha mais informações sobre esta doença.

O Brasil é o único país que mata animais com leishmaniose.

Assine e repasse! A vida deles depende de você.

Veja o teor da petição online:

Governador do Estado de São Paulo

Foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo na última quarta-feira, 23/06/10, o Projeto de Lei número 510/10, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, que normatiza o controle da eutanásia de cães portadores de Leishmaniose Visceral Canina.

O Projeto de Lei aprovado determina que para a realização da eutanásia em cães portadores de Leishmaniose no Estado de São Paulo será obrigatória a realização de, pelo menos, dois exames para confirmar a presença do parasito que transmite a doença no animal: um sorológico e outro parasitológico ou sorológico com antí­geno recombinante.

Os exames realizados hoje no Brasil chegam a um percentual de “falso positivo” de 48%, portanto o número de animais mortos indevidamente pode chegar a números assustadores.

Segundo a norma aprovada, fica o Poder Público obrigado a realizar os exames comprobatórios de Leishmaniose Visceral Canina de forma gratuita, pelos órgãos competentes, ou mesmo em laboratórios particulares, devidamente credenciados na Rede Oficial do Ministério da Saúde, desde que o tutor do animal pague os custos.

No Estado de São Paulo, a realização do primeiro exame comprobatório para a doença já é obrigatório, de acordo com a Lei Estadual 12916 de 17 de Abril de 2008, também de autoria do deputado estadual Feliciano Filho.

Hoje, o Manual da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo não autoriza a realização de exame de contra prova em animais cujo primeiro exame acusou resultado positivo, a não ser por “pedido judicial”.

No Brasil, uma Portaria Interministerial proíbe o tratamento de cães com medicamentos de uso humano.

Não há medicamentos de uso veterinário.

Um Decreto Federal determina que todo animal “com suspeita” da doença deve ser sacrificado.

A venda da vacina contra Leishmaniose é proibida em cidades não endêmicas (cidades que não tenham casos comprovados da doença), portanto não há como nos prevenir, nem proteger nossos animais.

Não há estudos que comprovem que matar animais resolva o problema, uma vez que a prática da matança acontece há décadas e o índice de casos humanos só tem aumentado.

Sendo assim, para evitar que animais sejam mortos indevidamente, para um diagnóstico de certeza para a LVC, para termos o conhecimento real e preciso da quantidade de animais infectados com essa importante zoonose, a fim de proteger os humanos, nós abaixo assinados, apoiamos e solicitamos ao Governador do Estado de São Paulo que sancione o PL 510/10.

Somente embasados em dados técnicos confiáveis sobre o número real de animais infectados pela Leishmaniose Visceral Canina, técnicas mais eficazes poderão ser desenvolvidas para diminuir sua disseminação, possibilitando o controle ético e humanitário da doença e o correto tratamento em seres humanos.

Atenção:

– partes administrativas deste pioneiro site de petições estão em inglês, pois o provedor do serviço é estrangeiro. Mas o texto principal, que é a petição, está em português.

– após preencher o campos do formulário, clique em “View your Signature” e depois em “Approve Signature”. Sem estes procedimentos sua assinatura não será computada.

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