Fox News produz vídeo exclusivo denunciando crueldades em matadouro de porcos

           

Por Joana Bronze (da Redação)

“Quando eu tinha 16 anos, fui convidada para um piquenique. Quando cheguei, fiquei chocada ao perceber que eu tinha sido convidada para um assado de porco. A visão de um porco inteiro, carbonizado e cruelmente dilacerado em um espeto com uma maçã presa em sua boca era de tudo que eu precisava para me convencer de que nunca mais comeria carne. O porco já estava morto, e eu não sabia nada sobre a sua viagem desde o ventre de sua mãe até a fogueira. Eu não preciso comer carne, afinal, eu me chamava de amiga dos animais. Por isso foi uma decisão simples, lógico. Se eu não iria comer o meu cão, eu não iria comer um porco”, diz Graffeo, colaboradora da PETA.

Apesar da evidência de que os suínos e outros animais em fazendas industriais enfrentam rotineiramente horríveis abusos, milhões de pessoas continuam felizes comendo hot dogs e lanches de presunto, salame e mortadela.

Ontem, a Fox News ofereceu um forte “alimento para o pensamento”. O site está com um vídeo exclusivo que mostra detalhes de uma investigação na Family Farms, uma das maiores produtoras de carne de porco da Pensilvânia (Estados Unidos), classificado como um fornecedor de carne de qualidade.

O vídeo mostra uma série de horrores: trabalhadores lançando filhotes de porcos violentamente, batendo-os em carros de transporte, pegando-os por suas orelhas e caudas. Mostra também o corte das caudas dos animais com um alicate e a castração dos animais, arrancando seus testículos com as mãos sem qualquer analgésico ou cuidado veterinário.

As mães tentam lutar pra escapar dos funcionários, que batem com marretas cravadas de pregos no corpo dos animais. Filhotes doentes são colocados em câmeras, sem conseguir respirar, sofrendo lentamente até sua morte.

Muitos porcos possuem feridas, derivadas de seu constante confinamento e estresse. O vídeo exibe também a cena chocante de um porco que sofreu um prolapso do reto: 13 dias depois ele foi morto.

O vídeo (com cenas impactantes) pode ser assistido aqui:

Com informações da PETA

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